Floridita em Havana: Um ponto de encontro dos turistas russos

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Havana, (Prensa Latina) Critérios recolhidos entre os empregados do famoso restaurante-bar Floridita de Havana, indicam hoje que os turistas russos têm predilecão por este estabelecimento.

O Floridita, precisamente, constituiu uma espécie de comandancia do escritor estadounidense Ernest Hemingway, quem inclusive apontou ali um engolo batizado como Papa Duplo, ao agregar-lhe rum ao já tradicional Daiquirí que se servia no lugar.

Mas também é um restaurante a onde foram em seu momento celebridades de Hollywood, amigos muitos de Hemingway quem permaneceu nesta capital por mais de 20 anos. Agora, o diretor do Floridita, Ariel Blanco, notifica uma nova predileção, a dos russos.

Explicou o gerente que o Floridita pertence à Empresa Extra hoteleira Palmares S.A.

Disse que dantes do 4 de junho, data em que o presidente estadounidense, Donald Trump, suspendeu as viagens dos cruzeiros a esta Ilha, a instalação tinha uma operação muito boa a partir de quem desembarcavam e visitavam o Floridita, lógica relação com o escritor estadounidense.

Assinalou o diretor que em ara de enfrentar essa medida e minimizar a queda do turismo norte-americano nos meses de julho, agosto e setembro, se deram à tarefa de diversificar a oferta com outras agências de viagens.

A nova estratégia, montada com os grupos Cubatur e Cubanacán, principalmente apontou ao mercado russo que visita o balneario de Varadero, e inclui uma excursión para provar o Daiquirí ou almoçar no Floridita.

De qualquer maneira, a realidade nestes momentos é que os russos são presença fixa no famoso Floridita, pese a que a lista, por ordem, de maiores concorrentes inclui estadounidenses, poloneses, europeus, chilenos e mexicanos, junto a canadenses e britânicos.

Este bastião gastronômico habanero, sem lugar a dúvidas, segue dando muito de que falar, por sua carta de vinhos, e alimentos, e sobretudo por seu Daiquirí e o espírito dos famosos que lhe habitam.

Conhecido como A Piña de Prata em suas origens, o bar-restaurante Floridita abriu o 6 de julho de 1817. Seu celebridad apoia-a que inclusive a revista estadounidenses Esquire o incluísse em 1953 entre os sete bares mais famosos da órbita.

Seus salões são especializados em mariscos, com uma boa carta de habanos, lugar por onde passaram, em sua etapa atual, Paco Rabanne, Naomi Campbell, Matt Dillon, Kate Mosse, Dany Glober, Jack Nicholson, Fito Páez e Jean Paul Belmondo, entre outros, para ratificar o glamur do lugar.

Localizado no número 557 da Rúa Obispo, muito próximo de Havana Velha, constituiu e constitui um lugar muito especial.

O Daiquirí é praticamente um engolo-lenda. Sobre seu aparecimento existem diversas versões, uma delas, lhe situa desde princípios do século XX pelo engenheiro Pagliuchi, capitão do exército libertador cubano, na mina de ferro de Daiquirí, no oriente cubano.

Nesse lugar da cidade de Santiago de Cuba, o militar teve uma entrevista com seu colega norte-americano Jennings S. Cox, e como na despensa do nortenho não encontrou mais que Gin ou Vermouth, rum, açúcar e limão, misturou alguns ingredientes para mitigar a sejam.

A segunda versão data de 1898, quando as tropas norte-americanas desembarcaram na própria zona de Daiquirí, em sua praia, e o general Shafter, uniu rum, limão e açúcar, e lhe acrescentou gelo para outorgar toque de distinção.

Anteriormente, seu verdadeiro realce ocorre em Havana, atribuible ao cantinero Emilio González, conhecido como Maragato, de origem espanhola. Mas seu esplendor foi da mão do hispano Constantino Ribalaigua Veri (Constante), e do asiduo bebedor Hemingway.

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